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Consultem os produtos em: http://www.radiopopular.pt/catalogo/promocoes.php?p=320

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Olá,
Partilho com todos os caças, pois é estimulante perceber através deste blog http://diariodasminhasfinancaspessoais.blogs.sapo.pt/ , as conquistas pessoais diárias da autora, nossa AMIGA.
Acompanhar a evolução é um prazer, pois é através destas mesmas conquistas que se atinge um objectivo que se tenha fixado.
Ao invés de pensarmos apenas nos aspectos negativos, temos de criar métodos, regras, hábitos para ultrapassarmos barreiras.
Parabéns pelo Blog, pois é uma inspiração.
Ass. O Caça
Clicar em: http://www.deco.proteste.pt/dinheiro/credito-habitacao/noticia/como-usar-ppr-para-pagar-credito-casa
ou ler abaixo:
Desde o início do ano que pode usar o dinheiro aplicado num plano de poupança-reforma para pagar prestações do crédito à habitação. Mas alguns bancos estão a colocar obstáculos, umas vezes por falta de informação e outras alegando a pouca clareza da lei.
Em finais de 2012, o Governo aprovou uma medida com vista a ajudar os portugueses a braços com o crédito à habitação: permitir o uso do saldo de um plano de poupança-reforma (PPR), plano de poupança-educação (PPE) ou plano de poupança-reforma e educação (PPR/E) para pagar prestações do empréstimo, desde que contraído para compra de habitação própria e permanente.
Para usufruir do direito, só tem de pedir no banco uma declaração com o montante das prestações a pagar, vencidas ou por vencer, e entregá-la na instituição onde detém o PPR. Esta encarrega-se de transferir o dinheiro para o banco, que faz a liquidação. A regra, que parece simples, entrou em vigor no início de 2013 e já está a causar polémica. Temos recebido queixas de consumidores, que dizem que os bancos estão a colocar obstáculos.
Se deparar com estas ou outras objeções das instituições envolvidas, registe queixa no livro de reclamações ou diretamente no Portal do Cliente Bancário, para o Banco de Portugal tomar conhecimento. O banco central tem a obrigação de atuar de forma rápida e eficaz para corrigir injustiças e interpretações da lei que contrariem os direitos dos consumidores.
Desculpas mais frequentes dos bancos